segunda-feira, 31 de maio de 2010

I Want To Believe: uma animação

Eu estava procurando alguns vídeos no Youtube para fazer um festival de curtas para meus alunoss e, para minha surpresa, encontrei este curta de animação. Muito fofo. Não tem jeito, por mais q não tentemos ver AX em tudo, vem alguém e nos mostra que não há como fugir.


domingo, 9 de maio de 2010

Vídeo com imagens recentes de Gillian Anderson

A excer esfileana Cinthya Melloti fez um vídeo com fotos e filmagens dos eventos em que foi dos quais Gillian Anderson participara em abril - premiere de "Boogie Woogie" e o evento "We are one" - em Londres. Cin está morando lá desde o ano passado e tem o privilégio de ver, volta e meia, Gillian de perto.

 

 Obrigada pelo vídeo, Cinthya.

sábado, 8 de maio de 2010

Annabeth Gish em "Flash Forward"

Como eu postei há algum tempo, annabeth Gish estaria no elenco da segunda metade da série "Flash Forward". Pois bem, após uma espera, a atriz, semana passada, fez-se presente no episódio "Goodbye Yellow Brick Road".


Atenção! Spoiler: a personagem dela faz parte do grupo responsável pelo apagão.








É responsável pelo recrutamento da agente do FBI Janis para agir dentro da instituição em favor dele.




 Nessa sua participação primeira, não sabemos a que veio ainda, pois foi pequeno seu tempo em tela. Espero que a participação da triz na série seja maior e sua personagem importante para a trama.

Go Annabeth!

Review de "Boogie Woogie" by Luder

Mais um fã da Gillian fez uma análise do último filme dela e permitiu que eu postasse aqui, nosso amigo excer Luder. Gostei muito dos comentários dele.


Ontem eu baixei o filme e o vi com muita atenção para fazer essa resenha. De início eu fiquei em dúvida em escrevê-la, pois, infelizmente, a versão que eu baixei veio sem legendas. Como eu já tinha dito em postagens anteriores, o meu inglês é muito ruim e não pude entender grande parte dos diálogos, o que certamente prejudicou muitas das minhas conclusões. Ainda assim, vou dividi-las com vocês. Sobre o filme em si, devo discordar da Andrezza, que considerou o filme chato. Eu o vi sem problemas do início ao fim, não o achei chato. Acho que poderia mesmo ter apreciado mais com as legendas, por isso mesmo vou tentar baixá-lo de novo. Em relação ao elenco, acho que todos estão bem em seus papéis, mesmo atrizes limitadas como Heather Grahan, que, como apontou a Mônica, parece fazer sempre o mesmo papel em qualquer filme, consegue dar conta do que se espera dela. Alan Cunning, Danny Huston e Stellan Skargard ( não sei se é assim que se escreve ) estão ótimos. A participação de Charlote Rampling é maravilhosa. Jack Huston é o perfeito Toy Boy, Amanda Seyfried é uma ninfetinha deliciosa e Jayme Winstone é a mais perfeita encarnação da cadela, pena que seu desempenho seja gravemente prejudicado por ela ser o ponto central dos piores momentos do filme, justamente as tão faladas cenas de sexo lésbicas. Em relação a isso, devo dizer que gosto de cenas de sexo em filmes, desde que bem feitas e dentro do contexto de uma história que desperte o meu interesse, justamente o que me impede de apreciar filmes realmente pornográficos.
Em Boogie Woogie nada disso acontece, pois as cenas são muito mal-feitas, o enredo em que estão inseridas é muito ruim; num momento Elaine está numa boate e pergunta quem é a mulher que desperta o seu interesse, no momento seguinte as duas estão num carro se pegando e depois vemos várias cenas se intercalando sem sentido entre si, pelo menos eu não vi sentido entre elas. Eu normalmente classifico cenas de sexo em duas categorias: as excitantes e as broxantes; as de Boogie Woogie são broxantes. O diretor deveria ter umas aulas com o Aton Egoyan, eles fez um filme com a Juliane Moore e a Amanda Seyfried e as duas tem uma cena de sexo lésbico no filme que é muito excitante.



Em relação a Gillian, eu devo discordar do crítico do Thelegraph, que considerou Boogie Woogie o pior filme dela; acho que é melhor do que Straightheads; o que, reconheço, não pode ser considerado um grande elogio. Sem querer dar uma de fã, mas ficando feliz como um, o desempenho dela é o melhor do filme e os créditos a tratam como protagonista, acho que só o Alan Cunning se compara, embora os Skargard e Huston não fiquem muito atrás. Ela está tão bem no filme que tornou divertida uma cena que poderia facilmente cair no grotesco, claro que estou falando da cena do banheiro, seus momentos com Skargard, Huston e a personagem da Chalote Rampling são ótimos, mas gostaria de atentar para um momento no final do filme, a expressão dela ao ver a nova esposa do Bob sendo fotografada pela imprensa, ela passou bem o caráter volúvel, egoísta e fútil da personagem, tanto ali como na cena com o cachorrinho que reconheceu o Bob. Para encerrar, devo dizer que se Boogie Woogie pode ter de positivo para a carreira da Gillian é a comprovação definitiva de que ela pode tranqüilamente se “livrar” da Scully em qualquer outro papel, algo que um bom agente pode facilmente mostrar a qualquer produtor relutante. A questão agora é saber escolher bons projetos.

Obrigada, Luder, por ceder seu comentário.

domingo, 2 de maio de 2010

Gillian Anderson em Los Angeles

Nossa amiga Mônica deixou um link no Adega de um vídeo em que Gillian, recentemente, dá autógrafos em Los Angeles. Fiz uplod do vídeo no youtube  e aqui está ele.



Tks, Mon!

Fonte: X17video.com

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Vídeos sobre "The Joneses"

Eu não sei quando "The Joneses" irá estrear aqui no Brasil, mas sua premiere, como postado aqui, já se realizou nos Estados Unidos. Enaquanto não podemos curtir na telona o último trabalho de Duchovny, há vídeo no Youtube que falam sobre a trama e outros com vídeos de entrevistas com Demi e David promovendo o filme. A seguir, vocês podem ver dois deles.







domingo, 25 de abril de 2010

Review de "Boogie Woogie" By Yayá

Mais um texto a respeito do filme de Gillian escrito sob o olhar de uma fã. É muito interessante ler o que os fãs acharam do longa e da participação dela. Há sempre uma visão passional explicita nas palavras, como não poderia deixar de ter. ;) Este texto é de nossa amiga excer Yayá. Obriga, linda pela liberação dele aqui no blog.



Náh! Farei um pequeno review à la Yayá.. rsrsrs... let´s go to the bathroom.. digo… let´s go! =P

Sim, críticas ferrenhas recaíram sobre o dito cujo, sobre os atores e tudo o mais… bem… eu NÃO odiei... no todo. Tem partes do filme que poderiam, sim, ser editadas e banidas, pois fez o mesmo parecer obsceno e erótico... quero dizer... é meu ponto de vista, tudo bem?

Não saio por aí assistindo filmes com peitos siliconados, beijos e mais beijos nonsense, pênis em bonecos e também em pessoas - acreditem... acontece no filme! Meio sutil, mas descarado! E numa cena com a Gillian, no less... rsrsrs... Enfim... nope! Então achei exagerado em algumas partes e extremamente hilário em outras. Ah! E a tal cena do banheiro é engraçada... a personagem da Gillian está bêbada, o que faz tudo ser ainda melhor. Ótima parte! O sapato é o culpado e ainda é a prova em uma cena despretensiosa que acontece depois. As caras e bocas da Jean valem as faces sem graças do restante do filme.

Entre tantos personagens, claro que a Jean de Gillian Anderson se destaca. Ela é uma mulher fútil, ao que parece, mas se mostra solitária e insegura quando decide algo e... é spoiler... não vou contar!

E essa cena no banheiro culmina em um momento tão embaraçoso, pois ela implora, ou quase isso, para o rapaz por quem está atraída, que não a deixe ou que vá viajar com ela, não lembro ao certo, e ele é nada mais que um Toy Boy, alguém que corre atrás de rabos-de-saias... mas vale a pena o esforço, pois no fim... spoiler... affff!






  As cenas com o marido Bob, no quarto deles, é ótima. Uma discussão por causa de datas e divórcio. 



 




Mas nada se compara à Gillian/Jean correndo pela casa, após o "sumiço" de algumas coisas. Correr de salto alto é a especialidade da Gillian, claro!




Tudo bem. Ela está ótima, seu plot é meio louco, se sobressai entre qualquer outro, mas se esse filme sobreviver, o que acho pouco provável, será pelas cenas quentes entre as atrizes que... bem... esqueci os nomes. Ou não. Muito cru, e olha que não sou puritana! Não gostei disso.

Me atarei, então, só ao review sobre... well... Bob e Jean... rsrsrsrs


Ah! Tem os cachorros também! Como pude esquecer?! Picasso e... o outro é do marido. Esqueci o nome! Ela leva o bichinho até em um museu!!! O.o






Não vou deixar de citar a cena do restaurante. Ela e uma amiga tramando sobre quem vai ficar com quem no divórcio... ahaha... good, good!


 


 Enfim... o filme "gira em torno" de um casal idoso, e o velho não quer de jeito nenhum vender o tal quadro "Boogie Woogie". Todos querem a obra de arte, e no fim acaba... spoiler... kkkkkk

Eu só sei que ouvi tanto "how much?" que, no fim, já estava rindo cada vez que ouvia Bob perguntar isso. Ah, tá! Ele e Jean são colecionadores/compulsivos de artes, ok?

Falei demais, expliquei de menos... afff... não odiei tanto assim... exceto TODOS os plots que poderiam ter sido editados. Ou minimizados. Acho que assustou a crítica ver os mamilos da tal advogada divorciada com requintes de masoquismo... whatever! =P

Ah, kids! Assistam e tirem suas conclusões! Conheço pessoas que amam com toda força "Straightheads" e outras que odeiam "The House of Mirth", então... gosto não se discute! That's it!

Mulder e Scully em letras de música

Quando participei de minha primeira maratona Scully, comprei um cd com temas de Arquivo X. Qual foi minha surpresa ao ver que nele continha músicas dedicadas à Gillian, David e a Mulder e Scully. Hoje, conversando com nossa amiga esfileana, Elaine, ela me manda um link de uma banda cuja música eles se referem a Mulder e Scully que eu tinha no cd. Ela se chama Catatonia e o nome da música é "Mulder e Scully" e canta ao vivo o tema dos agentes. Vocês já devem conhecer a música. Mas eu nunca havia visto nenhum vídeo deles cantando.
Abaixo do vídeo postei a letra em inglês.





Mulder And Scully
Catatonia

I'd rather be liberated, I find myself captivated
Stop doing what you keep doing it too
I'd rather stay bold and lonely, I dream I'm your one and only
Stop doing what you keep doing it too

Things are getting strange, I'm starting to worry
This could be a case for Mulder and Scully
Things are getting strange, now I can't sleep alone

I'd rather be jumping ship, I find myself jumping straight in
Stop doing what you keep doing it too...
Forever be dozy and dim, I wake myself thinking of him
Stop doing what you keep doing it too...

Things are getting strange, I'm starting to worry
This could be a case for Mulder and Scully
Things are getting strange, now I can't sleep alone

Here my bed is made for two and there's nothing I can do
So tell me something I don't know.
If my head is full you, is there nothing I can do?
Must we all march in two by two by two?

And as for some happy ending. I'd rather stay single and thin

Stop doing what you
Keep doing to me...

Things are getting strange, I'm starting to worry
This could be a case for Mulder and Scully
Things are getting strange, now I can't sleep alone... here

Things are getting strange, I'm starting to worry
This could be a case for Mulder and Scully
Things are getting strange, now I can't sleep alone

So what have you got to say to that?
And what does someone do without love?
And what does someone do with love?
And what have you got to say about that?

Tks, dona Elaine, pelo vídeo! Vc está voltando ao lado bom da força!

sábado, 24 de abril de 2010

Review de "Boogie Woogie" By Mônica Fortes

Alguns fãs brasileiros de Gillian Anderson já viram o seu último filme lançado este mês, "Boogie Woogie". Na comunidade dedicada a atriz, Adega, alguns deles postaram o que acharam do filme. Eu tentarei colocá-los aqui, à medida que eles autorizarem. O review da Mônica, dona do Adega, e maior fã da Gillian que conheço, será o primeiro.



Ok. Vi o filme ontem e esperei pacientemente ser baixado até quase duas da madruga e vi o filme até quase quatro da madruga e tinha que acordar às oito horas da manhã hoje. Então já viu. Hehehe

A sensação final que eu fiquei do filme é que já tive com HTLF e Straightheads é: o que faz um ator escolher filmes ruins? Será que eles têm noção que o filme será ruim?

Será que o produto final, o resultado final do filme é o mesmo de quando o ator leu o roteiro e assinou o contrato?

Por  que “Boogie Woogie”, com um elenco tão bom, tão estrelar, é tão ruim?

Será que os atores não tem noção do que estão assinando para fazer?

Aí me vem a mente que, por exemplo, com Boogie Woogie há cenas que foram tiradas do resultado final. Atores que não têm a sorte de estar constantemente em projetos, anunciando todo alegre que iriam trabalhar em BW e eles nem sequer aparecem. Como um ator negro que seria o motorista de táxi do filme e provavelmente para uma cena com a personagem da Gillian, porque no livro há uma cena da personagem com um motorista de táxi. Coitado, ele no seu site anunciou todo feliz que estava no elenco de “Boogie Woogie” e  no resultado final não apareceu.
Aí que me vem a pergunta:” Como pode tantos atores em um filme tão ruim?”

Aí eu também me pergunto: "Por que na hora da edição de um filme apenas o diretor e produtores decidem o que cortar e o que mostrar? Não teria que ter a participação do ator, que assinou para uma coisa e no final verá seu trabalho cortado, esquartejado e o resultado não será o que ele assinou? Não teria que ter um instrumento para o ator poder ter certeza que o produto será o que ele assinou?"

Eu digo isso, porque ficou nítido, por exemplo, que em Straightheads o resultado final não foi o que Gillian assinou. Tudo do qual a levou a querer fazer o filme não foi mostrado. Foi filmado, mas não mostrado. E acho que muito aconteceu também com este último filme.
O que gostei em BW?

De Gillian, claro. Mas não simploriamente porque eu sou fã, como tipo, "ahh, mas você é fã, não vale". Não é por aí. Eu sou muito crítica das coisas. Meu marido diz que sou exigente demais. Não é à toa que, em “X-Files”, a única que me chamou muito a atenção foi Gillian. Eu gosto de atores que mostram um comprometimento com o personagem. Como que vestindo o personagem completamente, estudando-o, desenvolvendo-o, tendo a humildade em melhorá-lo e adaptar-se a ele da melhor maneira possível.

Admirei a Scully de Gillian não só pelo belo personagem que era, mas também por todo o comprometimento de Gillian com ele e toda a evolução que ela se permitiu ter em sua carreira com ele, comprometimento total. Para mim, isso fica claro nas atuações dela como Scully. A evolução artística dela, como atriz, a procura dessa evolução. De não chegar e apenas executar as falas. A personagem mudou no mesmo sentido que a Gillian evoluiu como atriz. Você nota essa evolução a cada temporada.

E por isso que gosto da Gillian e fico frustrada em ver uma atriz tão comprometida com sua carreira e estuda e se prepara para evoluir a cada papel, ser desperdiçada dessa maneira.

E em BW tive a surpresa de vê-la de novo comprometida e nos dando o prazer de ver cenas em que ela nos mostrou algo novo no jeito dela atuar. Teve coisas ali em BW da maneira dela atuar, de sua técnica que eu ainda não tinha visto.

Então, como fãs que somos da atriz Gillian Anderson, temos a obrigação de ver esse filme. Porque ela nos brinda com técnicas novas, de estilo novo.

Fora isso, outra coisa que gostei em BW foi a atuação do ator que fez o marido da personagem da Gillian. O ator que também fez “Mamma Mia’.

Esse ator é muito bom e foi ali outro ponto positivo e seu personagem foi, na minha opinião, o que mais esboçou a sordidez real desse meio. O filme banalizou a ganância, sordidez e os bastidores desse meio no lugar comum que é sexo, mentiras e drogas. O diretor foi pelo mais fácil e banalizado.
Só para complementa, não quer dizer que acho que Gillian está fantástica nesse filme. Não é isso. O filme não permite isso. O papel dela não permite isso. Mas do pouco que lhe foi dado, de um limão, ela fez uma limonada. Vamos dizer, a personagem é algo novo para ela como atuação e ela mostrou esse algo novo.




 



Heather Graham foi Heather Graham nesse filme. Ela não muda nunca. É também uma atriz de um papel só. E o papel dela também se encaixou perfeitamente para ela. Um papel sem expor essa limitação dela.




 


Alan Cumming foi Alan Cumming também. Tipos de papéis como esses se encaixam bem para ele. Sei lá, talvez porque ele seja assim, não sei.

 



Charlotte Rampling uma grata surpresa na cena com Gillian, quando as duas conversam sobre o divórcio da personagem da Gillian e como tudo deveria ser.

Ali, gostei muito da cena, porque também, foi um dos poucos momentos em que a sordidez de pessoas tão materialistas, tão fúteis foi esboçada num momento mais sutil e não banalizado. Gostei da cena.




Danny Huston - amei como ele sustentou bem a melhor cena da Gillian no filme, quando ela vai a casa dele, logo após deixar seu marido. Amei que ele não disse nada, mas fez a atuação facial perfeita. Foi um grande suporte para a Gillian ali na cena. Muitas vezes um ator não precisa dizer nada, mas só o suporte e a sutil atuação dizem também muito da cena toda. Gillian fazia isso como mestre em” X-Files”. Muitas vezes foi ela que sustentou a cena sem precisar falar nada e muitas vezes a simples presença dela na cena fazia a cena melhor.

Uma cena que me vem muito a cabeça como síntese disso é de um episódio da 6a temporada. A cena final de “Driver”, onde quem realmente disse tudo na cena foi Gillian com o simples olhar e tom que ela empregou no rosto para a cena. Se não fosse esse suporte a cena, a cena não seria o que foi.
E a cena de Gillian em “Boogie Woogie” foi a melhor e teve como suporte uma atuação também muito eficiente do Danny Huston. Amei os dois ali.


Stellan Skarsgård - Vocês acreditam que foi um dos atores que pensei como Hemingway em Gellhorn? Eu não esqueço do trabalho que ele fez com Nicole Kidman em Dogville. Ele tem uma das cenas mais fortes com Nicole nesse filme. Por isso que já gostava dele. Acho esse ator maravilhoso. Depois de Boogie Woogie, acho que seria até melhor que George Clooney como Hemingway. Amei ele em BW, para mim o melhor personagem do filme e sonho de ver ele com Gillian de novo em outro filme. Foi uma grata surpresa vê-los juntos.

Agora, devo concordar completamente com o crítico do Telegraph.

Boogie Woogue foi realmente a pior coisa que Gillian fez até hoje. (lógico, dos filmes que eu vi e que merecem ser lembrados)


Nota para Boogie Woogie - 2

Nota para Gillian Anderson - 7


Obrigada pelo review, Mônica!

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Novo trabalho de Gillian Anderson

As estrelas de Hollywood Kim Cattrall e Gillian Anderson aparecerão em uma adaptação do épico romance  e best-seller de William Boyd "Any Human Heart" para o Channel 4.
A adaptação de quatro partes abrange uma miríade de eventos do século 20 através dos olhos de um homem. 

Jim Broadbent, Matthew Macfadyen e Sam Claflin assumem o papel de escritor Logan Mountstuart,  em diferentes fases de sua vida. 

Boyd disse: "Sinto-me emocionado e animado com a perspectiva de estes três actores sensacional a assumir o papel de Logan Mountstuart como segui-lo ao longo do século 20 na viagem emocional, dramático e turbulento que é a sua vida longa e tumultuada". 

Gillian Anderson vai estrelar como a duquesa de Windsor. 

Cattrall, conhecida por interpretar uma aventureira sexual, Samantha, em "Sex and the City", vai assumir o papel d
glamourosa amante de Logan -  Gloria. 

Várias outras mulheers percorreram a vida de Logan, recém-chegado Emerald Fennell será a esposa do jovem escritor Lottie, Hayley Atwell vai retratar Freya, sua amante e o  amor de sua vida, e Natasha Little jogará sua terceira esposa, Alannah. 

Outros membros do elenco incluem Green Star Wing Julian Rhind-Tutt como revolucionário John Vivian, Tom Hollander como o duque de Windsor e Samuel West como um amigo de Logan. 

O cabeça do dramda do Channel 4  Camilla Campbell disse: "Jim, Mateus e Sam lideraram um elenco fenomenal.
"Logan atuando em diferentes fases da vida do nosso herói, eles vão brilhantemente encapsular os significativos, e os momentos maravilhosamente insignificantes que todos podemos relacionar. 

"Com uma gama tão talentosos atores britânicos a bordo, esta é a certeza de ser um evento imperdível  na televisão e eu não posso esperar para ver o desenrolar deste conto épico sobre Channel 4". 

A emissora decidiu não renovar seu acordo sobre direitos com a série Big Brother depois de este ano e disse que estava bombeando £ 20 milhões para reformular sua programação de drama. 

"Any Human Heart" será transmitido no Channel 4 no final deste ano.

Um pouco da personagem que Gilian irá interpretar:





A decisão do Duque, ao ser titulado Eduardo VIII do Reino Unido, de desposar a então Wallis Simpson, uma norte-americana em processo de divórcio, causou uma crise constitucional no Reino Unido e no Império britânico, que se finalizou com a abdicação de Eduardo para se casar com "a mulher que ele amava".
A Duquesa de Windsor continua sendo uma figura polémica dentro da história britânica. Ela é vista como a mulher que tirou um rei popular do seu povo. Há muitas especulações sobre sua vida privada. O Duque e a Duquesa foram chamados por críticos como simpatizantes do nazismo.
Desde seu casamento com Eduardo, ela ficou conhecida formalmente como Duquesa de Windsor, mas sem o estilo de Sua Alteza Real.


Fonte: Brodwayworld e

Wikipedia
Este é blog é feito por fãs (Esfiles) de Arquivo X que, apesar da série ter se encerrado há alguns anos, ainda assistem, amam-na e seguem a carreira de seus principais atores. Aqui você, visitante, encontrará noticias de nossas atividades, encontros e também notícias relacionadas à série e seus atores.